Laila aprofundou a conversa abordando o recorte racial. “Fica tudo mais difícil quando é retirada de nós, mulheres negras, nossa humanidade. Somos muito cobradas a sermos fortes e a gente internaliza essa ideia porque é repetida há varias gerações e isso atrapalha que a gente se permita a se sentir frágil”, disse. Milly concluiu: não dá pra gente continuar essa luta do feminismo sem olhar pra gente.

“Sofrimentos mentais são vistos como mimimi. Se uma pessoa quebra uma perna ninguém fala que é mimimi. Se a gente chega com uma queixa de sofrimento mental é falta do que fazer, frescura. Ainda não é visto como um sofrimento válido. É um trabalho de formiguinha no sentido de sensibilizar a mulher de que tá tudo bem não estar tudo bem.Procurar ajuda profissional não te faz menos mulher”, disse Laila, em uma reflexão sobre a importância de estarmos atentas a nossa saúde emocional e desenvolvermos ferramentas para protegê-la.

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